Quem sou eu

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Brazil
Preciso te contar como sou... para que me conheças um pouco melhor. Sou uma pessoa séria, respeitosa e não discuto limites de outras pessoas - a menos que me pisem o calo. Adoro a natureza, pássaros, verde, flores - e curto muito ficar ouvindo música e amar. Tenho medo da estrada do nada, só de ida, sem volta! Acho que a vida é meio estranha... me distancia sempre dos que amo. Gosto de cozinhar e inventar coisas, sou muito criativa. Pinto telas: óleo-sobre-tela e prefiro as paisagens. Ando descalça pelo gramado. Nadar é forte, faço quase todo dia. Por vezes, acordo taciturna e melancólica mas... fazer o que? Creio que isso vem dos humanos mesmo! Tenho sonhos, muitos! Principalmente o sonho de ser FELIZ!

quinta-feira, 18 de agosto de 2011


Este post eu retirei do blog Vila do artesão
http://www.viladoartesao.com.br/blog/2010/05/estrelas-em-sua-cama-faca-almofadas-especiais/


Almofada estrela com botão de tecido


Continuando a falar em costura, tenho recebido muitos pedidos com passo-a-passo para modelos diferentes de almofadas. Então vamos colocar todo um céu de estrelas sobre a cama ou sofá, fazendo essas almofadas que são muito simples de costurar, mas ganham um toque todo especial com a escolha certa dos tecidos.

O passo-a-passo foi idealizado por Alicia Thommas e Kathy Andrews para o site bacanérrimo de costura Sew 4 Home. Qualquer dúvida, passe lá e confira o tutorial em inglês.

Material para uma almofada:

  • 1,20 de tecido floral
  • 2 botões forrados de tecido
  • 1,20 de tecido combinando
  • fibra sintética para o recheio


Molde da almofada estrelaMateriais e ferramentas necessárias
Para começar clique e imprima o molde no tamanho que está no arquivo, sem ajustar para o tamanho da página.Tenha em mãos também todas as ferramentas necessárias como tesoura, agulhas, linhas combinando, máquina de costura, alfinetes, régua e lápis de costura.


Corte os tecidos, seis peças para cada padrãoJunto dois, prenda com alfinetes e costure
Corte seis triângulos para cada tecido escolhido. Marque com lápis a linha de costura conforme está no molde.Junte dois triângulos de tecidos diferentes, pelo lado maior, lados direito juntos e prenda com alfinete. Costure na linha marcada.


Costure o terceiro e assim sucessivamentePasse as costuras, junte frente e verso e costure na máquina
Junte o terceiro triângulo, prenda com os alfinetes e costure. Tome cuidado para que as costuras estejam alinhadas até o centro da almofada. Continue até completar as 6 peças.Passe as costuras com ferro quente. Monte o outro lado da almofada, junto lados direitos, prenda com alfinetes e costure as bordas externas.

Lembre de deixar uma das bordas abertas para colocar o enchimento.


Corte as seis pontas para dar acabamentoDesvire e recheie a almofada estrela
Antes de desvirar, corte as pontinhas de cada canto da estrela.Desvire, coloque o enchimento e feche com pontos invisíveis.


Com uma agulha longa, costure com fio bem forte o centro da almofada, atravessando para o outro lado. Se necessário dê vários nós para que fique bem firme.


Prenda o centro da almofada e costure um botão de cada ladoDepois costure em cada lado do centro da almofada, um botão forrado com tecido. Se puder forre os botões com o mesmo tecido da almofada.


Essa almofada é tão fácil de fazer e como fica linda. Escolha tecidos especiais e monte um belo jogo para a sua cama ou para o seu sofá.

Dica:

Mude o desenho do molde para pétalas de flor e tenha uma almofada em formato de flor.

terça-feira, 16 de agosto de 2011


O SONHO
Clarice Lispector




Sonhe com aquilo que você quer ser,
porque você possui apenas uma vida
e nela só se tem uma chance
de fazer aquilo que quer.




Tenha felicidade bastante para fazê-la doce.
Dificuldades para fazê-la forte.
Tristeza para fazê-la humana.
E esperança suficiente para fazê-la feliz.




As pessoas mais felizes não tem as melhores coisas.
Elas sabem fazer o melhor das oportunidades
que aparecem em seus caminhos.




A felicidade aparece para aqueles que choram.
Para aqueles que se machucam
Para aqueles que buscam e tentam sempre.
E para aqueles que reconhecem
a importância das pessoas que passaram por suas vidas.



sexta-feira, 12 de agosto de 2011

O Bordado de Deus




Quando eu era pequeno, minha mãe costumava cozer muito. Eu me sentava perto dela e perguntava quê estava fazendo. Ela me respondia que estava bordando.

Sendo eu pequeno, observava desde abaixo o seu trabalho, por isso eu reclamava dizendo-lhe que só via uns fios feios. Ela sorria, olhava para baixo e dizia:

- “Filho, vai brincar lá fora um tempinho e quando eu tiver terminado o bordado te colocarei no meu colo e você o verá desde acima”.

Eu me questionava por quê ela usava alguns fios escuros e por quê me pareciam tão desordenados desde onde eu estava. Mais tarde escutava a sua voz dizendo-me:

- “Filho, vem, senta no meu colo”.

Eu o fazia imediatamente e me surpreendia e me emocionava ao ver a formosa flor ou o belo entardecer no bordado. Não podia acreditar; desde abaixo só via alguns fios enrolados. Então minha mãe me dizia:

- “Meu filho, desde abaixo se vê confuso e desordenado, porém vocÊ não percebia que por cima havia um plano. Eu tinha um desenho formoso.

Agora olha desde a minha posição, veja como está bonito.”

Muitas vezes ao longo dos anos eu olhei para o céu e dizendo:

- “Pai que estás fazendo?”.

Ele me respondia:

- “Estou bordando a tua vida.”

Então eu replicava:

- Porém se vê tão confuso, é uma desordem. Os fios parecem tão escuros, porque não são mais brilhantes?

O Pai parecia dizer-me:

- “Meu filho, ocupa-te do teu trabalho confiando em Mim e um dia trarei ao céu e te porei sobre meu colo e verás o plano desde minha posição.

Então entenderás...”

Frases de Rubem Alves

"Amar é ter um pássaro pousado no dedo.
Quem tem um pássaro pousado no dedo sabe que,
a qualquer momento, ele pode voar”


"Quem experimenta a beleza está em comunhão com o sagrado."


"A saudade é a nossa alma dizendo para onde ela quer voltar."

"É isso que o amor deseja: eternizar a dor, transformando-a em coisa bela. Quando isso acontece, a dor se transforma em poema, objeto de comunhão, sacramento."


" Não há nenhuma vitória profissional ou amorosa que garanta que a vida finalmente se arranjou e nenhuma derrota que seja uma condeação final. As vitórias se desfazem como castelos de areia atingidos pelas ondas, e as derrotas se transformam em momentos que prenunciam um começo novo. Enquanto a morte não nos tocar, pois só ela é definitiva, a sabedoria nos diz que vivemos à mercê do imprevisível dos acidentes. Se é bom ou se é mau, só o futuro dirá."


Não há promessas para amarrar o futuro. Há confissões de amor para celebrar o presente."


Um pássaro na mão

Diz a lenda:

Há muitos e muitos anos, vivia num pequeno e longínquo país, um velho sábio. Tinha ele a fama de responder acertadamente a qualquer pergunta, sobre os mais variados assuntos. Com o correr do tempo, essa fama chegou até ao rei daquele país e este, enciumado com o prestígio do sábio junto ao povo, pois ele, o rei, era muito odiado, resolveu acabar com aquele estado de coisas.

Assim, arquitetou um plano para desmoralizar o sábio: iria apresentar-se um dia a ele, levando um pequeno pássaro vivo, escondido em uma das mãos, conservando ambas atrás das costas. Então, perguntaria a ele se o pássaro estaria vivo ou morto. Se ele dissesse .vivo., esmagaria o bichinho e ele morreria; se ele dissesse .morto., abriria a mão e o pássaro voaria. De qualquer maneira, ele não poderia acertar, ficando desmoralizado perante o povo.

Dessa forma, um dia, chegando à frente do ancião, o rei disse-lhe, em tom amistoso:

-- Meu bom homem. O senhor é considerado como o maior sábio de meu reino, sabendo sempre as respostas certas para todas as perguntas a si dirigidas. Veja, ó sábio. Em uma das minhas mãos, atrás das costas, tenho um pequeno pássaro. Responda-me. Ele está vivo ou está morto ?..

Então o sábio, conhecendo bem o rei postado à sua frente, calmamente respondeu:

-- Majestade, se o pássaro está vivo ou morto, depende única e exclusivamente de sua vontade..


A Moça tecelã

"Acordava ainda no escuro, como se ouvisse o sol chegando atrás das beiradas da noite. E logo sentava-se ao tear.

Linha clara, para começar o dia. Delicado traço cor da luz, que ela ia passando entre os fios estendidos, enquanto lá fora a claridade da manhã desenhava o horizonte.

Depois lãs mais vivas, quentes lãs iam tecendo hora a hora, em longo tapete que nunca acabava.

Se era forte demais o sol, e no jardim pendiam as pétalas, a moça colocava na lançadeira grossos fios cinzentos do algodão mais felpudo. Em breve, na penumbra trazida pelas nuvens, escolhia um fio de prata, que em pontos longos rebordava sobre o tecido. Leve, a chuva vinha cumprimentá-la à janela.

Mas se durante muitos dias o vento e o frio brigavam com as folhas e espantavam os pássaros, bastava a moça tecer com seus belos fios dourados, para que o sol voltasse a acalmar a natureza.

Assim, jogando a lançadeira de um lado para outro e batendo os grandes pentes do tear para frente e para trás, a moça passava os seus dias.

Nada lhe faltava. Na hora da fome tecia um lindo peixe, com cuidado de escamas. E eis que o peixe estava na mesa, pronto para ser comido. Se sede vinha, suave era a lã cor de leite que entremeava o tapete. E à noite, depois de lançar seu fio de escuridão, dormia tranquila.

Tecer era tudo o que fazia. Tecer era tudo o que queria fazer.

Mas tecendo e tecendo, ela própria trouxe o tempo em que se sentiu sozinha, e pela primeira vez pensou em como seria bom ter um marido ao lado.

Não esperou o dia seguinte. Com capricho de quem tenta uma coisa nunca conhecida, começou a entremear no tapete as lãs e as cores que lhe dariam companhia. E aos poucos seu desejo foi aparecendo, chapéu emplumado, rosto barbado, corpo aprumado, sapato engraxado. Estava justamente acabando de entremear o último fio da ponto dos sapatos, quando bateram à porta.

Nem precisou abrir. O moço meteu a mão na maçaneta, tirou o chapéu de pluma, e foi entrando em sua vida.

Aquela noite, deitada no ombro dele, a moça pensou nos lindos filhos que teceria para aumentar ainda mais a sua felicidade.

E feliz foi, durante algum tempo. Mas se o homem tinha pensado em filhos, logo os esqueceu. Porque tinha descoberto o poder do tear, em nada mais pensou a não ser nas coisas todas que ele poderia lhe dar.

— Uma casa melhor é necessária — disse para a mulher. E parecia justo, agora que eram dois. Exigiu que escolhesse as mais belas lãs cor de tijolo, fios verdes para os batentes, e pressa para a casa acontecer.

Mas pronta a casa, já não lhe pareceu suficiente.
— Para que ter casa, se podemos ter palácio? — perguntou. Sem querer resposta imediatamente ordenou que fosse de pedra com arremates em prata.

Dias e dias, semanas e meses trabalhou a moça tecendo tetos e portas, e pátios e escadas, e salas e poços. A neve caía lá fora, e ela não tinha tempo para chamar o sol. A noite chegava, e ela não tinha tempo para arrematar o dia. Tecia e entristecia, enquanto sem parar batiam os pentes acompanhando o ritmo da lançadeira.

Afinal o palácio ficou pronto. E entre tantos cômodos, o marido escolheu para ela e seu tear o mais alto quarto da mais alta torre.
— É para que ninguém saiba do tapete — ele disse. E antes de trancar a porta à chave, advertiu: — Faltam as estrebarias. E não se esqueça dos cavalos!

Sem descanso tecia a mulher os caprichos do marido, enchendo o palácio de luxos, os cofres de moedas, as salas de criados. Tecer era tudo o que fazia. Tecer era tudo o que queria fazer.

E tecendo, ela própria trouxe o tempo em que sua tristeza lhe pareceu maior que o palácio com todos os seus tesouros. E pela primeira vez pensou em como seria bom estar sozinha de novo.

Só esperou anoitecer. Levantou-se enquanto o marido dormia sonhando com novas exigências. E descalça, para não fazer barulho, subiu a longa escada da torre, sentou-se ao tear.

Desta vez não precisou escolher linha nenhuma. Segurou a lançadeira ao contrário, e jogando-a veloz de um lado para o outro, começou a desfazer seu tecido. Desteceu os cavalos, as carruagens, as estrebarias, os jardins. Depois desteceu os criados e o palácio e todas as maravilhas que continha. E novamente se viu na sua casa pequena e sorriu para o jardim além da janela.

A noite acabava quando o marido estranhando a cama dura, acordou, e, espantado, olhou em volta. Não teve tempo de se levantar. Ela já desfazia o desenho escuro dos sapatos, e ele viu seus pés desaparecendo, sumindo as pernas. Rápido, o nada subiu-lhe pelo corpo, tomou o peito aprumado, o emplumado chapéu.

Então, como se ouvisse a chegada do sol, a moça escolheu uma linha clara. E foi passando-a devagar entre os fios, delicado traço de luz, que a manhã repetiu na linha do horizonte."

Fim

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sexta-feira, 29 de julho de 2011




Pai, começa o começo


Quando eu era criança e pegava uma tangerina para descascar, corria para meu pai e pedia:
- “Pai, começa o começo!”.
O que eu queria era que ele fizesse o primeiro rasgo na casca, o mais difícil e resistente para as minhas pequenas mãos. Depois, sorridente, ele sempre acabava descascando toda a fruta para mim. Mas, outras vezes, eu mesmo tirava o restante da casca a partir daquele primeiro rasgo providencial que ele havia feito.
Meu pai não mora mais comigo. Moramos em cidades diferentes, pois minha escolha de vida assim conduziu e há anos não sou mais criança. Mesmo assim, sinto grande desejo de tê-lo ainda ao meu lado para, pelo menos, “começar o começo” de tantas cascas duras que encontro pelo caminho.
Hoje, minhas “tangerinas” são outras. Preciso “descascar” as dificuldades do trabalho, os obstáculos dos relacionamentos com amigos, os problemas com a comunidade, o esforço diário que é a construção da vida religiosa, os retoques e pinceladas de sabedoria na imensa arte de ajudar crianças,, jovens e adultos a serem realizados e felizes, ou então, o enfrentamento sempre tão difícil de doenças, perdas, traumas, separações, mortes, dificuldades financeiras e, até mesmo, as dúvidas e conflitos que nos afligem diante de decisões e desafios.
Em certas ocasiões, minhas tangerinas transformam-se em enormes abacaxis...
Lembro-me, então, que a segurança de ser atendido por meu pai quando lhe pedia para “começar o começo” era o que me dava a certeza que conseguiria chegar até ao último pedacinho da casca e saborear a fruta. O carinho e a atenção do meu pai me levaram a pedir ajuda a Deus, meu Pai do Céu, que nunca morre, nunca se afasta e sempre está ao meu lado. Meu pai terreno me ensinou que Deus, o Pai do Céu, é eterno e que Seu amor é a garantia das nossas vitórias.
Quando a vida parecer muito grossa e difícil, como a casca de uma tangerina para as mãos frágeis de uma criança, lembre-se de pedir a Deus:
“Pai, começa o começo!”. Ele não só “começará o começo”, mas resolverá toda a situação para você.
Não sei que tipo de dificuldade eu e você encontraremos pela frente. Sei apenas que vou me garantir no Amor Eterno de Deus para pedir, sempre que for preciso: “Pai, começa o começo!”.

TUDO ESTÀ CERTO


Conta uma antiga lenda norueguesa que um homem cuidava com muito zelo de uma capela, num distante povoado.

Haakon era seu nome e via, todos os dias, muita gente adentrar a ermida e orar, com devoção, frente a uma cruz muito antiga.

Certo dia, Haakon, impulsionado por um sentimento de generosidade, ajoelhou-se diante da cruz e fez uma oferta ao Crucificado.

Senhor, desejo padecer por Vós. Deixai-me ocupar o Vosso lugar.

O Senhor da cruz abriu os lábios e falou:

Amigo, posso atender a tua rogativa, mediante uma condição.

Qual é, Senhor? Será uma condição muito difícil? Estou disposto a cumpri-la.

Então, lhe disse o Cristo:

Escuta-me. Aconteça o que acontecer, não importa o que vejas, terás que guardar sempre absoluto silêncio.

O homem, resoluto, respondeu:

Eu prometo, Senhor!

Fizeram a troca sem que ninguém viesse a perceber. O tempo passou e aquele que substituía o Crucificado conseguia cumprir o seu compromisso de sempre se manter calado.

Um dia, porém, um rico foi até a capela orar. Ao sair, esqueceu a sua bolsa sobre um dos bancos.

Haakon viu e se calou. Também não disse nada quando, umas duas horas depois, alguém que também viera orar, encontrou a bolsa e a levou para si.

Ainda ficou calado quando um rapaz veio pedir as graças dos céus antes de empreender uma longa viagem.

Contudo, o rico retornou em busca do que esquecera.

Como não encontrasse sua bolsa, pensou que o rapaz se teria apropriado dela. Voltou-se para ele e o interpelou, com raiva, exigindo que lhe devolvesse o que lhe pertencia.

Não peguei nenhuma bolsa! – Defendeu-se o jovem.

Mentiroso! – Gritou o homem rico. E arremeteu furioso contra ele, no intuito de agredi-lo.

Então, uma voz forte soou:

Para!

E a imagem falou, defendendo o jovem e censurando o rico pela falsa acusação.

Este saiu aniquilado do local. O jovem, porque tinha pressa para empreender a sua viagem, saiu logo em seguida.

Quando a ermida ficou vazia, Jesus dirigiu-Se a Haakon e lhe disse:

Desce da cruz. Não serves para ocupar o meu lugar. Não sabes guardar silêncio.

E, ante as justificativas do servidor, trocaram de lugar, concluindo o Cristo:

Tu não sabias que era conveniente para aquele homem perder a bolsa que trazia o preço de muita maldade.

Quanto ao rapaz, que iria receber alguns golpes, as suas feridas o teriam impedido de fazer a viagem que, para ele, foi fatal.

Faz uns minutos seu barco soçobrou e ele se afogou.

Tu não sabias, mas eu sabia. Por isso, eu sempre me calo.

Toda vez que acreditares que as tuas preces não foram ouvidas porque não foram atendidas, pensa que tudo está certo.

Logo mais ou um pouco depois descobrirás que Deus estava certo em Se manter silente.

Tenha certeza: nada te acontece que não seja o melhor para ti, naquele momento. Isso porque Deus nunca Se engana.